Diamantina
(MG)

Esta verdadeira jóia arquitetônica
incrustada nas montanhas mineiras é
testemunha viva do Ciclo da Mineração,
ocorrida no Século XVIII. A cidade
preserva os traços históricos, culturais e
artísticos de uma próspera vila da época,
habitada pelos “caçadores de diamantes”
que acabaram por construir o país.
Ouro Preto (MG)

Capital de Minas Gerais até 1897,
Ouro Preto adquiriu sua inconfundível
identidade arquitetônica na segunda
metade do Séc. XVIII, quando foierguida a igreja de São
Francisco
de Assis, a mais famosa obra de
Aleijadinho. Caracterizando-se por outras
incomparáveis edificações barrocas, além
de prédios públicos, capelas, pontes e
vias sacras, a cidade é a memória viva de
um tempo de esplendor.
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Olinda
(PE)

Olinda tem história marcada pelo Ciclo
da Cana-de-Açúcar. Com topografia
acidentada, a cidade apresenta praças
que se espalham em volta de belíssimas
igrejas barrocas, além de conventos e
colégios dos séculos XVII e XVIII. Sua paisagem é
composta por pitorescas casas
coloridas e salpicadas em meio a ruelas
estreitas e tortuosas.
Salvador
(BA)

Perfeito exemplo de estrutura urbana
renascentista ajustada ao projeto colonial
português, Salvador foi marcada pela
convergência das culturas européia,
africana e indígena americana. No
Pelourinho, resplandecem arcos e um
casario no qual se destacam prédios
públicos, jardins, igrejas barrocas e
pequenas casas multicoloridas dos tempos
da colonização.
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