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Síndrome do Anticorpo
Antifosfolipídeo (SAF)

 
VOCÊ TEM RISCO
PARA OSTEOPOROSE?

Ao diagnosticar uma doença num paciente que se queixa de alguns sinais e sintomas, o médico precisa avaliar, cuidadosamente, os fatores de risco que esse paciente apresenta. Pois, a presença desses fatores ajuda o profissional a decidir por exames mais sofisticados e até mesmo pelo tipo de tratamento que será iniciado. E isso sempre acontece no caso da osteoporose.
Porém, é importante que não apenas o médico, mas também os pacientes fiquem alertas aos fatores de risco à osteoporose, já que alguns deles são considerados “modificáveis” e outros “não modificáveis”.
Os não-modificáveis são aqueles sobre o qual o paciente não tem chance de mudar, como: etnia caucasiana (pessoas brancas), sexo feminino, história familiar (mãe, tias e avós), presença de doenças que podem induzir a osteoporose (problemas de tireóide, rins, intestino), baixo pico de massa óssea, quando foi adulto, jovem, etc.
É importante ressaltar que a importância de cada um desses fatores, e de vários outros também considerados não-modificáveis, varia muito de paciente para paciente, e seu médico tem a capacidade de distinguir o que é mais importante.
Já os fatores de risco conhecidos como modificáveis devem sempre ser considerados importantes, pois o paciente pode mudar seus hábitos e, consequentemente, diminuir seu risco de osteoporose.