A
massoterapia reúne técnicas de massagens manuais
dos tecidos moles do corpo e das articulações,
além de permitir aplicações locais de
calor, frio e vibrações. Por isso, é
bastante indicada para aliviar dores musculares e estimular
a circulação sangüínea, ativando
também o sistema linfático, o que ajuda a eliminar
os resíduos metabólicos do corpo. Tem o poder
de melhorar o humor, aliviar o estresse e promover o relaxamento.
É como terapia de reabilitação que a
massoterapia é mais solicitada. No futebol, por exemplo,
sua presença é efetiva, já que quase
todos os times contam com um massagista para auxiliar na recuperação
muscular, bem como na reabilitação de distensões
e lesões. Voltada para fins terapêuticos, a prática
pode ajudar portadores de hérnia de disco, reumatismo,
tensão lombar, torcicolo e problemas de intestino,
entre outros. Tem importante atuação nos casos
de fraturas leves, varizes pouco acentuadas, osteoporose e
artrite e, por ter baixo impacto, é bastante  |
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indicada
em
pós-operatórios.
Observações clínicas indicam que massagens
em membros imobilizados resultam em melhora na aparência
e textura da pele. A estimulação do sistema
linfático, pela drenagem linfática, tem aplicação
no tratamento de celulite por causa da eliminação
de líquidos.
Todas as pessoas podem, do momento que nascem até
a idade avançada, submeteremse à massagem
com o objetivo de garantir o
funcionamento correto de todo o organismo.
Auxiliar da prática médica, a
massoterapia tem legislação própria
e é autorizada pela Secretaria da Educação
em
convênio com o MEC. Dentre as técnicas mais
utilizadas estão as ocidentais (relaxantes, energéticas
e bioenergéticas) e as orientais
(shiatsu, do-in, tuiná, reflexologia, auriculocibernética
e quick massage). E lembre-se: consulte sempre seu médico
e certifique-se de que seu profissional de massoterapia
está devidamente habilitado
para este procedimento.
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